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Polícia Civil de Jales prende mais dois homens na operação Lucro Cessante


A Polícia Civil de Jales desencadeou na manhã desta quarta-feira a 2a fase da Operação Lucro Cessante. Mais dois integrantes da organização criminosa especializada em furtar peças de caminhões foram presos na cidade de São Paulo.

Durante as investigações, que tiveram início em janeiro deste ano, 06 homens foram presos em flagrante na cidade de Araçatuba/SP. Já nesta manhã, a Polícia Civil de Jales cumpriu 10 mandados de busca, sendo 07 em São Paulo, 02 em Cotia e 01 em Campinas.

Também foram cumpridos 02 mandados de prisão preventiva de homens suspeitos de integrarem a organização criminosa. Outro suspeito que teve a prisão preventiva decretada pela Justiça está foragido.

Durante as buscas, os policiais civis encontraram uma arma de fogo do tipo revólver, calibre 32, 06 munições calibre 32, 03 munições calibre 9mm, além de várias peças de caminhões da categoria pesado (servos de embreagem e módulos de motor).

A operação deflagrada nesta manhã, coordenada pelos delegados Dr. Sebastião Biazi, da DIG de Jales, e Dr. Ademir Gasques Sanches Júnior, da DISE de Jales, contou com a participação de 40 policiais civis da Delegacia Seccional de Jales, DEIC de São José do Rio Preto, DIG/DEIC de Campinas e DOPE/2a Delegacia de Capturas da capital. Foram utilizadas 17 viaturas policiais.

 
Por: Comunicação Polícia Civil de Jales

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Operação da PF prende dois suspeitos e apreende R$ 71 mil em notas falsas


A Delegacia de Polícia Federal em Jales/SP deflagrou, na manhã desta sexta-feira (17) a Operação “LUZ NEGRA,” que tem como objetivo reprimir grupo criminoso responsável por distribuir cédulas falsas de reais em todo o país. Dois homens foram presos preventivamente pela Polícia Federal nas cidades de Vila Velha/ES e Brasília/DF. Os federais também cumprem mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça Federal de Jales/SP.

As investigações iniciaram no começo deste ano, a partir de uma apreensão de cédulas falsas realizada pela PF em Jales/SP em 08/01/21. A apreensão foi realizada no momento em que um dos compradores das falsificações retirava uma encomenda em uma agência postal no centro da cidade. Na ocasião, a PF apreendeu mil reais em cédulas falsas, que foram adquiridas por um empresário local, após negociar a compra através de contatos mantidos com o falsário via aplicativo de mensagem.

No decorrer das investigações, a PF identificou dois homens suspeitos de serem distribuidores das cédulas falsas em todo o país. Eles ofereciam o produto ilícito na internet e por meio de aplicativos de mensagens. As falsificações eram oferecidas na proporção de uma cédula verdadeira em troca de até doze cédulas falsas. Após representação da PF à Justiça Federal de Jales/SP, dois mandados de prisão preventiva e dois mandados de busca e apreensão foram expedidos e estão sendo cumpridos nos endereços dos suspeitos nas cidades de Vila Velha/ES e Brasília/DF.

Na operação de hoje, a PF apreendeu em Vila Velha/ES telefones celulares, computadores, anotações, materiais que indicam a produção de cédulas falsas, várias encomendas contendo notas falsas prontas para envio, além de um total de R$ 71.460,00 reais em moeda falsa, sendo 684 cédulas em denominação de 100 reais e 156 cédulas em denominações de 20 reais. Em Brasília/DF, a PF prendeu o suspeito e apreendeu uma cédula falsa, além de outros objetos e documentos.

O crime de moeda falsa é de competência federal e está tipificado no artigo 289 do Código Penal Brasileiro, que define o crime como sendo atribuído àquele que falsifica, fabrica ou altera a moeda metálica ou papel-moeda nacional ou estrangeiro. Nas mesmas penas incide quem importa ou exporta, adquire, vende, troca, cede, empresta, guarda ou introduz na circulação moeda falsa.

Quem recebe a moeda falsa de boa-fé, (acreditando na autenticidade da mesma) não comete o crime e deverá entregá-las em uma agência bancária para encaminhamento ao Banco Central do Brasil para análise ou em uma delegacia de polícia para registro de uma ocorrência policial. Quem repassar uma cédula falsa recebida, mesmo depois de tomar conhecimento sobre a falsidade, também comete o crime e estará sujeito a uma pena de até 2 anos de detenção.

Os presos serão indiciados pelo crime de falsificação de moeda e caso sejam condenados estarão sujeitos à pena de até 13 anos de reclusão. Eles serão encaminhados para presídios da região em que foram detidos e permanecerão à disposição da Justiça Federal. O material apreendido será encaminhado para a sede da PF em Jales/SP para análise e perícia dos federais.

O nome da operação “LUZ NEGRA” foi utilizado em razão do apelido de um dos suspeitos (SCORPION, termo em inglês que significa escorpião). A luz negra é utilizada na caça ao escorpião e também é um tipo de luz utilizada em equipamentos que detectam cédulas falsas.

 
Por: Comunicação PF Jales

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Policia Civil de Jales prende em flagrante estelionatário mediante fraude eletrônica


Na tarde de ontem (23), Policiais Civis da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Jales deram cumprimento ao mandado de busca a apreensão expedido pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Jales-SP, visando coibir a modalidade delituosa prevista no Artigo 171 do Código Penal – Estelionato, que estava ocorrendo nesta cidade por parte do investigado H.H.C.S.. Durante as diligências os policiais identificaram que H.H.C.S., através do sistema de atendimento ao cliente de uma instituição bancária, alterava o endereço e a senha das contas bancárias das vítimas, ocasião em que solicitava segunda via do cartão de crédito para o seu endereço, uma vez que, de posse de tais cartões, realizava o desbloqueio e os utilizavam simulando vendas em maquinetas de sua propriedade, bem como realizava compras na internet com os referidos cartões em nomes de terceiros. Durante o cumprimento do mandado de busca e apreensão, H.H.C.S foi flagrado utilizando nas maquinetas de sua propriedade, dois cartões fraudados, simulando vendas nos valores de R$ 6.999,99 e R$ 13.324,80, razão pela qual foi preso em flagrante delito pelo crime de Estelionato Mediante Fraude Eletrônica e conduzido para a cadeia pública de Santa Fé do Sul-SP, onde permanecerá a disposição da Justiça.

 


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PF prende empresário investigado em esquema de PIRÂMIDE FINANCEIRA na região


Por Assessoria de Comunicação PF

A Polícia Federal, com apoio da Polícia Civil e Ministério Público Estadual de Santa Fé do Sul/SP deflagrou, na manhã desta quinta-feira (11), a Operação PONZI, que investiga um grande esquema de “Pirâmide Financeira”, que pode ter movimentado mais de cem milhões de reais nos últimos quatro anos. 

Quatro mandados de prisão (um de prisão preventiva e três temporárias) e vinte e três mandados de busca e apreensão foram expedidos pela Justiça Estadual de Santa Fé do Sul/SP e estão sendo cumpridos nas cidades paulistas de Santa Fé do Sul, Santa Clara d’Oeste, Votuporanga, Bebedouro, Araçatuba, Casa Branca, Americana, Santana de Parnaíba e São Paulo.

Durante as investigações, a PF apurou que em apenas dois anos, o empresário preso abriu dezenas de empresas e filiais em várias cidades do interior paulista, tendo como fachada a oferta de serviços de créditos de bancos diversos, mas na verdade, toda a estrutura era voltada para convencer poupadores a entregarem suas economias em troca de altas taxas de juros remuneratórios que chegavam até 6% ao mês, que eram pagos com recursos de novos investidores, caracterizando um esquema de “Pirâmide Financeira”. 

O empresário investigado como líder de um esquema de “Pirâmide Financeira” e o diretor geral do grupo investigado, foram presos na saída de uma casa de shows em São Paulo, nesta manhã, por policiais federais à paisana e estão sendo conduzidos até a sede da PF em Jales para serem ouvidos pela autoridade policial. Os outros presos são a ex-esposa do empresário e a diretora financeira do grupo.

A PF também localizou uma mansão, chácaras e um terreno às margens do Rio Paraná, além de vários carros de luxo e uma aeronave que serão apreendidos. Três embarcações de grande porte também foram apreendidas com o apoio de equipes da Polícia Militar Ambiental de Fernandópolis.  

Os presos serão indiciados, na medida de suas culpabilidades, nos crimes contra o sistema financeiro nacional, falsidade ideológica, estelionato, crime contra a economia popular e organização criminosa, com as penas máximas somadas de até 24 anos de reclusão. 

*(O nome da operação foi utilizado em alusão ao esquema PONZI, que é uma operação fraudulenta e sofisticada de investimento do tipo esquema em pirâmide que envolve a promessa de pagamento de rendimentos anormalmente altos (“lucros”) aos investidores à custa do dinheiro pago pelos investidores que chegarem posteriormente.”)